Será que nossos olhos físicos podem enxergar o mundo interno que há dentro de nós?
A atividade foi pensada com o objetivo de propor momentos em que pudessem comprovar que existe um mundo interno, invisível aos olhos físicos, mas não aos olhos do entendimento e que possui força e vida.
Os alunos desenharam, numa folha em branco, utilizando pincel e caldo de limão, como ficavam suas fisionomias ao recordarem de um pensamento de bem em suas mentes. Em seguida, com um ferro de passar roupa quente, as docentes foram passando sobre os desenhos; estes foram se revelando demonstrando rostinhos felizes. Foram feitas reflexões: como foi possível perceber a existência de um pensamento bom na mente? Se fosse um pensamento ruim, como estaria nossa fisionomia? Então podemos enxergar nossos pensamentos observando nossos rostinhos? E podemos escolher sempre os melhores, os que nos fazem felizes e fazem nossos semelhantes também felizes?